segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Família dos Instrumentos: Violino


Dando continuidade ao tema Família dos Instrumentos, veremos a seguir um pouco da história da família dos violinos.

A família dos violinos.


Surgiu como uma evolução das violas e acabou substituído-as. Também são instrumentos de cordas friccionadas por um arco. Fazem parte da família os violinos, que ficam dispostos na orquestra em duas seções (1ºs e 2ºs violinos), o violoncelo e o contrabaixo. Uma curiosidade está no fato de que o tamanho do arco é inversamente proporcional ao tamanho do instrumento, ou seja, quanto maior o instrumento, menor o arco.

Arco do violino


Violino: Desenvolvido no século XVI pelos italianos Andrea Amati, de Cremona, e Gasparo da Salò, de Brescia, a partir do aperfeiçoamento do primitivo instrumento de 3 cordas, parece, à primeira vista, que, dessa época até os dias de hoje, o violino não sofreu transformações em sua estrutura. No século XVI, eram comuns violinos menores, como os chamados “pochette”, usados pelos mestres de dança e que eram guardados nos bolsos (poches) de suas casacas.
Na verdade, porém, a partir das inovações introduzidas por Antonio Stradivarius, por volta de 1700, o instrumento passou por pequenas, mas significativas mudanças estruturais, para que pudesse atender às necessidades das sucessivas gerações de compositores e intérpretes. No século XIX, o surgimento das grandes salas de concerto e o aparecimento da figura do “virtuose” levaram às alterações que lhe deram a feição definitiva e que redundaram num timbre mais volumoso e brilhante.
De aparência simples, é um instrumento de extraordinária complexidade, composto de quase 70 peças diferentes. Constitui-se basicamente de 4 cordas, afinadas em quintas (mi4, lá3, ré3 e sol2) e que atingem mais de 4 oitavas e meia, uma caixa de ressonância em forma de oito e um braço preso à caixa por um cepo. No interior da caixa, há uma prancheta chamada “cadeira” e um pequeno cilindro vertical denominado “alma”. Ambos têm por finalidade melhorar a sonoridade, além de dar mais solidez à parte superior da caixa de ressonância, o “tampo harmônico”, em cuja parte central encontra-se o “cavalete”, por onde passam as cordas.
O violino, o mais agudo e versátil instrumento de cordas, é indispensável na orquestra sinfônica e no quarteto de câmara.
  
                                                                                                  

.
Viola: Remanescente da família das violas, também chamada de viola de arco (vide Família dos Intrumentos: Viola). É um pouco maior e mais grave do que o violino. Após ser agregado à família dos Violinos, passou a adotar os desenhos de "F" característicos desta família.


Comparação entre violino e Viola


Cello ou Violoncelo: Construído no século XVI, à maneira do violino e para ser tocado como a viola de gamba, pelos mestres italianos Andres Amati, Gasparo da Salò, Maggini e outros, esse instrumento de timbre grave e aveludado tinha a função de reforçar os baixos da orquestra.
Em seus primórdios, exercia papel secundário, sendo utilizado ora como baixo contínuo, juntamente com o cravo, ora como simples pedal da orquestra. Somente a partir do final do século XVII é que se firmou como instrumento solista, substituindo a “viola de gamba”.

De estrutura semelhante à do violino e à da viola, diferencia-se destes pelo comprimento (1,19 m.), como também pela caixa de ressonância, proporcionalmente mais funda. Possui 4 cordas afinadas uma oitava abaixo das cordas da viola, também em quintas (dó1, sol1, ré2 e lá2), e seu registro médio é de 3 oitavas e meia.
A princípio, o corpo do violoncelo variava de dimensões. O comprimento atual foi fixado no século XVII, por Stradivarius. Assim como o violino e a viola, é indispensável na orquestra sinfônica e no quarteto de cordas.
Posição para se tocar o cello


Contrabaixo: O mais grave e maior instrumento de cordas e arco, o contrabaixo surgiu também no século XVI, na Itália, modelado a partir do “violone”, instrumento de cordas medieval. No decorrer dos séculos, foram feitas várias experiências no tocante a suas dimensões, estrutura da caixa de ressonância e número de cordas.
O contrabaixo usado atualmente mede 1,82 m. de comprimento e possui 4 cordas afinadas em Quarta (mi, lá, ré e sol). Seu registro médio é de pouco mais de duas oitavas, começando pelo “mi” mais grave da escala. Para solos, utiliza-se, muitas vezes, um instrumento um pouco menor, que apareceram no século XVII. Às vezes, podem ter uma Quinta corda, afinada em Dó superior.

Para sua execução, empregam-se dois tipos de arco: o francês, mais comum, e o Simandl ou Dragonetti, de empunhadura especial, que proporciona maior peso do arco sobre as cordas do instrumento, extraindo delas um som mais forte e homogêneo. Em geral na música popular e, com menos freqüência, na erudita, é executado sem o uso do arco, com as cordas sendo dedilhadas (“pizzicato”).
Indispensável na música sinfônica, o contrabaixo tem por função básica reforçar os baixos da orquestra. Raramente funciona como solista.






Parceiro: Casa da Musika



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Famílias dos Instrumentos: Violas.

Iniciando uma nova série de posts sobre a história da música, desta vez falaremos da história e evolução dos instrumentos orquestrais. Iniciando com a família das violas.

A família das violas




Consiste em instrumentos de cordas friccionadas por meio de um arco. Desta família fazem parte o violone, a viola da gamba e a viola da braccia. Foi, aos poucos, substituída pela família dos violinos, restando apenas a viola de braço, hoje conhecida simplesmente como viola.

Violone: instrumento de som grave que foi pouco utilizado na música erudita. Também chamado de rabecão, era um pouco maior que o cello e dará origem ao atual contrabaixo. Foi criado na era medieval e ficou obsoleto após a invenção do contrabaixo.


Viola da gamba: Surgiu na Península Ibérica em meados do século XV e ganhou toda a Europa. Na Itália, recebeu seu atual nome pois “gamba”, em italiano, significa perna instrumento que para ser tocado é sustentado entre as pernas. Possuíam trastes. No século XVI surgem violas de vários tamanhos como a soprano, tenor e a viola contrabaixo ou violone, constituindo uma verdadeira família. O Consort of Viols, conjunto de violas, foi a formação instrumental mais popular da Renascença. No século XVII, a tendência por uma música com sonoridade mais forte e cantante no registro agudo levou à preferência pelo violino, fazendo com que as violas soprano e tenor perdessem o seu favoritismo. Até o final do século XVIII, a viola da gamba baixo era muito estimada e conheceu um período glorioso nas cortes européias, principalmente na França, com um repertório extremamente virtuoso. Aos poucos foi perdendo a sua predileção para o violoncelo, até cair em desuso.



Viola de braço: Suas origens parecem remontar ao século XVI na Itália. As primeira violas modernas de que se tem conhecimento foram fabricadas por Andre Amati e Gasparo da Salò e possuíam dimensões um pouco maiores do que as atuais. No século seguinte, Stradivarius e Andrea Guarnerius criaram modelos de tamanho mais reduzido, que se firmaram através dos séculos. Chamada atualmente de viola, ela é um pouco maior que o violino, e timbre é ligeiramente mais grave que mesmo (uma quinta abaixo) e suas 4 cordas são, como no violino, afinadas em quintas (dó2, sol2, ré3 e lá3).

A partir de Haydn e Mozart, a viola ganhou importância como instrumento de câmara e sinfônico. No século XIX, foi valorizada por Berlioz e Richard Strauss, que compuseram solos do instrumento. No século XX, no entanto, é que surgiram as primeiras obras para viola desacompanhada, como as sonatas de Paul Hindemith.

Parceiro: Casa da Musika

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

História da Orquestra: 4º Movimento + Coda (A Orquestra Barroca + Conclusão)


Como vimos anteriormente, Lully foi o responsável por colocar os violinos a frente da orquestra. A variedade de instrumentos teria de ser a menor possível, em parte para poder ser melhor apreciada nos palácios e em parte pela característica das peças. Nascia então a ciência musical denominada acústica.

Embora não houvesse uma formação orquestral fixa, (a escolha dos instrumentos variava segundo a vontade do compositor) as cordas eram o elemento essencial em quase todas as obras. Possuíam uma seção de violinos, violas, violoncelos ou violas da gamba e por vezes um violone ou rabecão, hoje substituído pelo contrabaixo. O acompanhamento do baixo contínuo, especialmente o cravo, é uma constante deste período.


Os tímpanos eram pouco utilizados bem como qualquer outro instrumento de percussão. Os metais são pouco vistos. A utilização de ambos variava segundo a necessidade da obra. Por exemplo, certa vez o rei da Inglaterra pediu a Handel (1685-1759) para compor uma obra que seria executada durante a queima de fogos de artifício. Handel então orquestrou sua obra “Royal Fireworks Music” com uma grande quantidade de metais como trompetes, trompas e trombones, além da percussão. Porém não utilizou as cordas pois o som das mesmas se perderia frente a massa sonora provocada pelos fogos, metais e percussão. Posteriormente ele faria um novo arranjo para ser executado em lugares menores com menos instrumentos e utilizando toda a seção de cordas.

Com o aparecimento da ópera, surge também a figura do mecenas, o patrocinador da arte, que geralmente pertencia a aristocracia ou a nobreza. Desta forma, a música tornou-se erudita, de gosto refinado e discurso elaborado para ser apreciada por um público mais seleto.

Na maior parte das obras barrocas, a melodia fica por conta dos primeiros violinos, as notas intermediárias da harmonia ficam por conta dos segundos violinos e das violas, as notas graves são de responsabilidade dos cellos e contrabaixos e a realização dos acordes ficam por conta dos instrumentos de teclado tais como o órgão ou o cravo.

As madeiras vem, inicialmente representadas pelo fagote e pelo oboé. Posteriormente é incorporada a flauta transversal e mais tarde o clarinete. Os metais vem com a trompa, trompetes e trombones.

Conclusão.


A orquestra evoluiu muito ao longo de sua existência. Aqui nos coube apenas mostrar um pouco desta evolução. A verdade é que, desde que foi consolidada, a música instrumental ganhou maior importância, tanto no conjunto como nas obras solistas.

A necessidade de se ter uma sonoridade melhor dentro desta, forçou as mudanças no material dos instrumentos e nas demais mudanças qualitativas destes. Também forçou o aperfeiçoamento das salas de concerto, buscando melhorá-las em termos de acústica.
Abaixo um esquema da orquestra moderna, bem maior e mais elaborada do que nos primórdios.



Leiam também as 3 primeiras partes deste trabalho:




Parceiro: Casa da Musika



terça-feira, 27 de setembro de 2016

A História da Orquestra: 3º Movimento (Lully e os 24 violinos do Rei)


Jean-Baptiste Lully aparece na história da música como o notório compositor francês que deu ao violino a característica de ser o carro chefe de uma orquestra. Ele era, na verdade, italiano, nascido em Florença em 28 de novembro de 1632 e batizado com o nome de Giovanni Battista Lully.
Embora pouco se conheça de sua infância, sabe-se que aprendeu a tocar violino sozinho, apesar de seu pai não ter ligação com a música. Aos 14 anos ele foi levado pelo Duque de Guise para a França para trabalhar como cozinheiro. Logo seus talentos como violinista e bailarino foram percebidos e ele passou a incorporar a orquestra.

Em 1653 ele passou a integrar como músico nos “Petit Violons du Roi” onde logo conseguiu o lugar de 1º violino. Casou-se com Madeleine Lambert, filha do compositor Michel Lambert e naturalizou-se francês com o nome de Jean-Baptiste Lully. Na corte real, formou os 24 Violons du Roi (esta contava, por vezes, com o apoio de uma orquestra de 10 oboés e 2 fagotes) que é o primeiro conjunto especialmente criado para fins de concertos regulares para animar os balés da corte.
Em 1661 foi nomeado para o posto de compositor oficial do rei. No ano seguinte tornou-se mestre de música da família real. Criou, mais tarde a Academie Royale de Musique, que se tornaria a Grand Opera. Ainda foi o responsável por organizar as arcadas dos instrumentos de corda numa só direção, dando fim à antiga confusão de arcos desencontrados.
Criou a ópera francesa. Introduziu a overture française, conhecidas como aberturas lullianas, utilizadas por vários compositores de óperas e oratórios. Criou uma peça exclusivamente instrumental, em duas partes. A primeira em estilo homorrítmico, lenta e majestosa. A segunda mais rápida, contrapontística, ou começando em estilo fugado e com desfecho lento.
Se aproveitando do gosto do rei Luís XIV pela dança e seu exibicionismo nesta arte, Lully ampliou o papel da orquestra nos balés e adicionou a cena dançada por bailarinas. Introduziu o minueto e danças mais rápidas. Evoluiu a suíte barroca para o concerto e a ópera. Criou assim o gênero comédia-ballet, com números dramáticos e dançantes para apresentar na corte. O primeiro foi “O burguês fidalgo” de Moliére, além de obras inspiradas nas tragédias de Corneille e Racine, cujos temas exaltavam o rei da França.
Parou de tocar e passou a coordenar o pulso da orquestra batendo no chão com sua bengala, que utilizava por ser coxo. Numa de suas regências, mais especificamente durante a execução de um Te Deum, bateu ferozmente no pé com sua bengala e morreu 15 dias depois por septicemia, em 22/03/1687.

Principais obras: a pastoral “Le temple de La paix” (1685) e as óperas “Le Triomphe d’Alcide”(1674); “Athis”(1676); “Thésée”(1675); “Amadis de Gaula”(1684); “Roland”(1685) e “Acis et Galatée”(1686).

Leia também as duas primeiras partes da História da Orquestra.


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A História da Orquestra: 2º Movimento (Monteverdi)

Monteverdi e a primeira orquestra.



Claudio Monteverdi foi um compositor italiano cujo aprendizado musical que obteve era fundamentado na composição contrapontística e modal, característica do século XVI. Ele, porém, optou pelo caminho da homofonia e deu início a um estilo de composição tonal. Mas os seus principais feitos no campo musical ainda estariam por vir.
Monteverdi decidiu aliar o teatro ao canto com a ajuda de uma grande massa instrumental. Nascia então a ópera. Nesta atmosfera inovadora é que, em 1607 “Orfeu” é apresentada ao público. Trata-se da primeira ópera conhecida, bem como o primeiro agrupamento orquestral de que se tem noticia. Monteverdi também criou a grade de orquestra para o regente.

O tema da ópera é uma história de origem grega. O corpo orquestral é formado por 40 músicos aproximadamente e instrumentos dos mais variados. Na lista anexada à partitura constam os seguintes instrumentos: 2 cravos; 2 violas contrabaixo (que equivale ao contrabaixo moderno); um grupo de 10 cordas (provavelmente violinos, violas e violoncelos); 1 harpa dupla; 2 violinos piccolo; 2 alaúdes baixos; 2 órgãos portáteis de tubos de madeira; 3 violas da gamba; 4 trombones; 1 órgão de palheta; 2 trombetas (hoje equivale ao trompete); 1 flauta doce e 1 clarino (trompete agudo).
Essa formação orquestral nos parece bem confusa, para muitos é caótica. Porém sua importância não pode ser negada, uma vez que das melhorias que surgiram à partir dela, é que se originaram as grandes composições tanto no campo da ópera como da música puramente orquestral.
Monteverdi é o grande inovador da música do renascimento. Além de empregar os acompanhamentos instrumentais, ele se utilizou de dissonâncias e cromatismos em suas obras. Sua vida pessoal, no entanto é repleta de tragédias. Perdeu a mulher e os dois filhos devido à peste, e acabou por ordenar-se padre em 1632. Foi professor de G. B. Rovetta, de Schütz e de Cavalli, entre outros.
Suas principais obras são as religiosas “Madrigais Espirituais” de 1583 e “Vésperas da Virgem” de 1610; e as profanas “Canzonette” de 1584 e “Scherzi Musicali” de 1607, além de nove livros de madrigais (1587-1615) e óperas como “Orfeu” de 1607; “L’arianna” de 1608; “Il ballo delle ingrate” de 1608; “Tirsi e Clori” de 1616; “Il combattimento de Tancredi e Clorinda” de 1624; “Il ritorno d’Ulisses in pátria” de 1641 e “L’incoromazione de Poppea” de 1624.

Monteverdi foi o último dos grandes compositores polifonistas e aquele que abriu o caminho para a música homofônica, tonal e dramática do período barroco. A partir dele, a música instrumental foi ganhando importância cada vez maior que culminou em grandes concertos. Da mesma forma, as evoluções dos instrumentos se deu com a finalidade de se buscar uma melhor sonoridade ao que ele criou, a orquestra.

Leiam também o 1º capítulo: Primórdios

Parceiro: Casa da Musika

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A História da Orquestra: 1º Movimento (Primórdios)



Ao adentrarmos uma sala de concerto, nos deparamos com as cortinas fechadas e um som um pouco confuso vindo do fosso do palco. É o momento em que a orquestra afina seus instrumentos para dar início à execução de uma determinada obra. Esse ritual tem-se repetido através dos séculos e encantado diversas gerações.
É dado o crédito pela invenção desta maravilha ao compositor renascentista Claudio Monteverdi que, em 1607 reuniu um considerável número de instrumentos para a montagem daquela que seria a primeira ópera da história, “Orfeu”, inspirada numa peça grega de mesmo nome.
Vem da Grécia, também, a origem do nome orquestra. A orquestra grega, cujo nome quer dizer “lugar para dançar” era o espaço ocupado pelo coro e onde as danças eram realizadas. Separava o público da cena. Da mesma forma ficou disposta a orquestra renascentista, que recebeu esse nome devido ao espaço que ocupa e não pelo significado da palavra.

Orquestra grega


Inicialmente, as orquestras não possuíam uma forma definida. Os instrumentos variavam segundo a intenção do compositor. Porém, ao contrário do que muitos pensam, não se tratava de uma pequena quantidade de instrumentos. Orquestras gigantescas foram usadas entre os séculos XVII e XVIII, porém apenas se multiplicavam os instrumentos, a estrutura era, ainda, menos complexa em termos de orquestração.
Nos séculos seguintes, a orquestra modificou-se consideravelmente. Foram escritas diversas peças com caráter instrumental, os violinos se tornaram a espinha dorsal do conjunto orquestral, a família das violas ficou obsoleta e foi substituída pela dos violinos, outros instrumentos (especialmente os de sopro e percussão) foram incorporados e as obras ganharam maior complexidade ao longo dos séculos.

Aqui desenvolvemos um pequeno estudo de como se deu essa evolução em meados do século XVII, quando foi criada, e século XVIII quando as mais profundas melhorias foram feitas nas mesmas.

Aguardem os próximos capítulos...

Parceiro: Casa da Musika

Interlúdio do Blog

Este blog destina-se a divulgar assuntos sobre música, instrumentos musicais e história da música e de seus representantes.

Tomo como inspiração a frase de Arthur da Távola, que dizia que "Música é vida interior. E quem tem vida interior, jamais padecerá de solidão". O nome deste blog é uma homenagem a este musicólogo que apresentou por anos o programa "Quem Tem Medo de Música Clássica".

Espero que gostem!!!

Parceiro: Casa da Musika