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sexta-feira, 1 de março de 2019

Dia Mundial da Musicoterapia


O Dia Mundial da Musicoterapia foi instituído pela World Federation of Music Therapy em 1º de Março de 2018. A data tem como objetivo principal difundir a Musicoterapia, promovendo uma campanha cibernética em prol da mesma.

A World Federation of Music Therapy (WFMT) é uma organização sem fins lucrativos, localizada na Carolina do Norte, EUA. Sua função é a de promover a Musicoterapia ao redor do mundo.

Dentre os objetivos propostos pela WFMT estão:

1) Postar nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc) sobre o Dia Mundial da Musicoterapia, utilizando os seguintes critérios:

     a) Compartilhar fotos do Musicoterapeuta, seus instrumentos, seu local de trabalho, estimulando o entendimento sobre a importância da Musicoterapia.
     b) Escrever sobre fatos da Musicoterapia
     c) Updates sobre o status da Musicoterapia
     d) Novas histórias sobre a Musicoterapia
  e) O uso da logo do Dia Mundial da Musicoterapia (juntamento com um agradecimento à musicheals.com pela criação da mesma).
     f) Vídeos do musicoterapeuta e/ou seus colegas celebrando este dia.
     g) Propagandas sobre Programas e oportunidades na área de Musicoterapia
     h) Sessões de Perguntas e Respostas sobre Musicoterapia

2) Repostar o que outras pessoas e instituições postam sobre a Musicoterapia
3) Incluir a hastag #WorldMusicTherapyDay em suas postagens
4) Participar d concurso de Meme da WFMT
5) Escrever, gravar e postar músicas nas redes sociais
6) Apresentar comemorações do Dia Mundial da Musicoterapia, cara-a-cara ou online em suas redes sociais
7) Contactar a mídia local para divulgação da Musicoterapia, serviços e celebrações do Dia Mundial da Musicoterapia

Para saber um pouco mais sobre o que é a Musicoterapia e suas áreas de atuação, acesse O Que É Musicoterapia? em nosso blog.


Referências:

https://www.wfmt.info/wfmt-new-home/about-wfmt/

https://www.wfmt.info/2018/01/27/world-music-therapy-day-is-coming-up-on-march-1-2018/

http://ajournalofmusicalthings.com/march-1-is-world-music-therapy-day/

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

15 de Setembro: Dia do Musicoterapeuta



DIA DO MUSICOTERAPEUTA


A Musicoterapia é uma arte e um ofício. É uma profissão, ao mesmo tempo que é um ato de amor. Em tempos em que nos vemos cada vez mais em uma sociedade adoecida pelas urgências diárias, pela pressa e pelas exigências, em que não temos tempo de nos conectar conosco, as terapias tem sido cada vez mais necessárias na nossa vida.

Uma grande aliada no nosso cotidiano tem sido a música, elemento artístico e de expressão cada vez mais presente na nossa sociedade. A Musicoterapia vem aliar a necessidade terapêutica e a linguagem musical, canal que tem sido um facilitador em muitas formas de terapia, sejam elas de reabilitação, paliativas ou psicológicas, exatamente pelo forte laço que une os seres humanos e a música.

Porém a profissão do Musicoterapeuta ainda enfrenta diversos desafios. Desde a luta pelo reconhecimento da profissão perante as esferas públicas até às lições populares para instruir que apenas pode exercer a Musicoterapia aquele profissional cuja formação englobe o curso superior ou pós graduação.

O dia 15 de setembro representa uma luta da UBAM - União Brasileira das Associações de Musicoterapia, que gerou o Projeto de Lei Nº 386 de 1988 do Estado de São Paulo, escrito pelo Deputado Moisés Lipnik. Em 30 de abril de 1991, o então governador de São Paulo Antônio Fleury Filho tornou oficial por meio da Lei 7177/91 o dia 15 de setembro como o Dia do Musicoterapeuta, data que mais tarde se tornaria nacional.

Apesar da data ter sido instituída em 1991, apenas em 2010 a profissão de Musicoterapeuta foi incluída na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Atualmente, o profissional Musicoterapeuta atua com o CBO (Código Brasileiro de Ocupações) número 2263-05, como subárea de “Profissionais das terapias criativas, equoterápicas e naturológicas”, como consta no Portal do Trabalho e Emprego, do Governo Federal (2015). É reconhecido o profissional com graduação em Musicoterapia e os portadores de especialização na referida área.

Está em tramitação na Câmara dos Deputados Federal o Projeto de Lei 6379/2019 de autoria da deputada federal Marília Arraes que visa a regulamentação da profissão do Musicoterapeuta. 

Ainda há muito o que galgar na profissão de Musicoterapeuta. Seguimos na luta. Enquanto isto, parabenizamos a todos os profissionais desta bela e árdua profissão.

Parceiro: Casa da Musika

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band: 50 anos depois


Sons de público. Uma banda começa a tocar. É a banda do sargento Pimenta, liderada por Billy Shears. Surge então um dos maiores álbuns do Fab Four, envolto em um mistério e com uma teoria da conspiração que se tornou uma das maiores (senão a maior) da história do Rock. Paul McCartney estava morto e foi substituído por um sósia, chamado Billy Shears.



Polêmicas e teorias malucas à parte, Sgt. Pepper's é um prelúdio da era hippie, que iria entrar em seu auge 2 anos depois, no Festival de Woodstock em 1969. Já na capa, o álbum traz uma série de referências da cultura Pop, com colagens de fotos de celebridades como Karl Marx, Marilyn Monroe, Fred Astaire, Marlon Brando, Oscar Wilde, entre outros. Rico em seu colorido e trazendo à frente a banda em duas representações: a clássica banda Beatles, com seus cabelos "a lá" Romeu e terninhos, e a Banda do Sgt. Pimenta ao centro.

Celebridades na capa do Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band


Lançado em 1º de Junho de 1967, é o 8º álbum de estúdio dos Beatles, já em uma época em que o grupo abdicou das apresentações ao vivo para se dedicar aos álbuns, que se tornaram obras de arte. O "sumiço" dos palcos, aliado a um acidente sofrido por Paul foram os motes para a criação do mito "Paul is Dead". Na verdade, Billy Shears foi um pseudônimo usado por Ringo Starr, que logo após ser anunciado na música de abertura, entoa a música With A Little Help From My Friends. A canção, que teria uma famosa versão na voz do saudoso Joe Cocker no Festival de Woodstock, traz uma brincadeira sobre Ringo ser "desafinado", mas que conseguia cantar com a ajuda de seus amigos. A música originalmente se chamaria Bad Finger Boogie, e foi escrita por Paul após este e John Lennon conversarem sobre a necessidade de se ter uma canção para Ringo.

Joe Cocker canta With A Little Help From My Friends em Woodstock


O álbum como todo demorou 105 horas para ser gravado, um marco para a época, além de 5 meses para ser terminado. Lançado no que foi chamado de "Verão do Amor", em que a cultura Hippie começava a se espalhar pelo mundo, o álbum é cheio de referências ao movimento, bem como a temas cotidianos de sociabilidade, autoaperfeiçoamento e questões urbanas, como relata Turner (2009).

"O espírito de 1967 tomou o álbum de modo significativo. Foi fruto da crença de que os limites para a imaginação eram impostos culturalmente e, assim sendo, deveriam ser desafiados. Tentava-se de tudo o que parecesse tecnicamente possível: do frenesi orquestral de "A Day In The Life" até a inclusão de notas de frequência tão altas que só um cachorro poderia perceber." Turner, 2009


Erroneamente Sgt. Pepper's é tido com álbum conceitual. Na verdade, não há elementos que o caracterizem desta forma, sendo as únicas canções que ligadas a faixa título e "With A Little Help...". Porém o álbum traz inovações, como um encarte com letras e a própria arte de capa.

A capa foi de autoria de Peter Blake, juntamente com o diretor de arte Robert Fraser. Custou na época 2800 libras e consistia em um cenário de flores e manequins de Madame Tusseuds, com recortes em tamanho natural dos ídolos dos 4 Beatles. Na teoria "Paul Is Dead", acredita-se que a capa apresenta um funeral (de Paul), no qual pode-se ver em um dos arranjos de flores o baixo Hoffner com 3 cordas e onde se lê Beatles deveria se ler "Be At Leso". Leso é uma ilha grega na qual Paul estaria enterrado.

Representação do Baixo de Paul

O que os fãs da teoria de que Paul está morto chamam de "Be At Leso"


Polêmicas e conspirações à parte, Sgt.Pepper's Lonely Hearts Club Band é um dos álbuns mais importantes da história do Rock e merece nossa reverência nestes 50 anos de seu lançamento. Vale muito a pena entrar no mundo envolto em psicodelia e elementos extraídos da música hindu, que George Harrisson tão bem representa na música "Within You Without You".

A viagem é um prelúdio aos seguintes "Magical Mystery Tour e Yellow Submarine. E rendeu homenagens como o longa metragem Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band, produzido por Robert Stigwood e estrelado por Peter Frampton e os irmãos Bee Gees em 1978.

Bee Gees e Peter Frampton no filme inspirado no álbum dos Beatles
Parceiro: Casa da Musika

Referências:

THOMAS, Gareth. Beatles: a história ilustrada. Ed. Escala, São Paulo, 2010.

TURNER, Steve. The Beatles: a história por trás de todas as canções. Tradução: Alyne Azuma. Cosac Naify. São Paulo, 2009. 4ª reimpressão 2014.

http://www.guitarworld.com/sites/default/files/public/sgt-pepper_1.jpg

http://g1.globo.com/musica/noticia/sgt-peppers-album-dos-beatles-que-marcou-a-historia-da-musica-completa-50-anos.ghtml

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sgt._Pepper%27s_Lonely_Hearts_Club_Band

http://baudoedubillyshears-edu.blogspot.com.br/2008/11/eu-fui-o-primeiro-e-nico-billy-shears.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Sgt._Pepper%27s_Lonely_Hearts_Club_Band_(film)

https://ogimg.infoglobo.com.br/in/18376160-8dd-728/FT1086A/2011-387880904-2011050272914.jpg_20110502.jpg

https://i.ytimg.com/vi/DGr2jdCu_Yg/maxresdefault.jpg

https://d3j0sq6zklqdqq.cloudfront.net/photos/2015/08/17/107-28368-joe-cocker-1439839982.png

http://images.mentalfloss.com/sites/default/files/pepperhed.jpg?resize=1100x740

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O que é Musicoterapia

INTRODUÇÃO À MUSICOTERAPIA

Amanda Viana Pontual
Palestra na Acorde’s Escola de Música
Setembro, 2015



Música inspira, transpira, exala emoções. Desde a canção que toca nas rádios até a maior das sinfonias. Dos bregas que embalam as “dores de cotovelo” aos “batidões” que fazem o corpo dançar. A música, antes de ser arte, é expressão.
Essa expressão que nos move e comove, que também fere e incomoda. As reações diversas e adversas de combinações sonoras que nos fazem tanto bem, como também podem nos fazer mal. E a música é terapia em si mesma. Porém, assim como ampla é a gama de utilizações da música, amplos são os caminhos que levam a música a ser mais do que tocar, ensinar ou utilizar a música para outros fins.
A Musicoterapia é um destes caminhos. O caminho que não visa o estético, nem o aprendizado propriamente dito da música. Mas que utiliza a combinação de sons como um canal de comunicação, que visa, acima de qualquer coisa, a promoção da saúde.
“A Musicoterapia é fruto do encontro entre os saberes ligados à arte e à ciência” (CHAGAS & PEDRO, 2008, p. 37). Talvez seja esta a frase que melhor resume o que é a Musicoterapia hoje. Afinal, este campo que tanto permeou entre o místico, o artístico e que mais do que nunca tenta fincar raízes no científico, tem se revelado uma junção destas bases, assim como era no passado, quando a ciência e a filosofia não eram seccionadas. Quando os saberes eram interligados.
A música enquanto elemento terapêutico não se constitui numa teoria nova. Se buscarmos no passado, veremos que a mesma é utilizada desde o início da civilização moderna. Ou até mesmo antes disso.
Rolando Benenzon (1985), relata que os primeiros escritos sobre a utilização da música para fins terapêuticos datam de 1500 antes de Cristo. Papiros encontrados em Kahum no Egito, por Petri em 1899 já trazem relatos sobre a utilização da música na fertilidade das mulheres. Bem como em passagens bíblicas, como em Samuel (16:23), no qual é citado que Davi utiliza a harpa para afastar os maus espíritos de Saul.
O berço da civilização, a Grécia, traz a música sob uma ótica científica. “O conceito de uma força terapêutica ou ‘harmonizadora’ na música tem prevalecido na estética e educação musical desde a Grécia antiga.” (RUDD, 1990, p. 15). Filósofos, matemáticos e pensadores. Homens como Pitágoras, Platão e Aristóteles utilizavam a música como meio de se chegar a uma harmonia de corpo, mente e espírito, promovendo a saúde e o bem estar.

Na Antiguidade, Pitágoras, sábio grego que acreditava no princípio numérico como base da existência do universo, escutava o som das estrelas e por meio dessa sonoridade curava seus discípulos. Platão e Aristóteles, por sua vez, indicavam melodias construídas em determinados intervalos e escalas com o objetivo de colaborar com a formação dos jovens. A música foi ciência. (CUNHA, 2009, p. 2).



Porém, a visão totalitária da ciência foi sendo abandonada ao longo dos séculos, sendo substituída pela razão e experimentação. Toda ação, para ser aceita no meio científico, deve passar por uma série de testes que comprovem sua eficácia. A química se sobrepõe aos demais tratamentos.

A música perdeu, no entanto, por todo o século XIX, muito de sua influencia como “poder terapêutico” usual devido ao enfraquecimento geral do conceito de estética em medicina e ao crescimento da filosofia positivista de ciência, enfatizando o método experimental de procedimentos baseados na ciência natural. (RUUD, 1990. P. 17)

O caminho de volta da música ao campo científico da promoção da saúde começou a ser galgado meio que ao acaso. Músicos profissionais foram contratados no pós guerra, nos Estados Unidos, como meio de distrair soldados egressos das batalhas. Mutilados física e psicologicamente, estes soldados passam a ter uma melhora em seus quadros ao serem submetidos às sessões com música. “A experiência musical provocou uma mudança no quadro clínico daquelas pessoas” (CHAGAS &. PEDRO, 2008, p. 37).
Porém, aos poucos foi-se percebendo que, para se obter melhores resultados, não bastava apenas que o profissional fosse um bom músico. Era preciso que o mesmo fosse também um terapeuta. A diferença está na visão e no plano a ser abordado com cada paciente. A visão de um músico é basicamente estética, e sua abordagem prioriza a execução musical. Um terapeuta irá traçar um plano para cada situação, cada paciente ou grupo de pacientes, com uma visão muito mais voltada para a promoção da saúde do que para o sentido estético da música.
Para tanto, era preciso estabelecer um plano de formação para esta nova área. “Eles avaliaram, então, a necessidade de se estabelecer um plano para a formação de profissionais especializados na aplicação científica da música e seus elementos: ritmo, altura, intensidade e timbre” (CUNHA, 2009, p.3).
Desta forma, foram surgindo cursos em níveis de especialização e graduação em Musicoterapia, com a finalidade de preparar o profissional Musicoterapeuta para o campo de atuação.
A Musicoterapia abrange áreas com as de reabilitação motora, no tratamento de paciente neurológicos, psíquicos, ou simplesmente de prevenção de doenças. Não há um campo único e exclusivo para o uso da Musicoterapia. A mesma é tida também como terapia complementar à fisioterapia, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia, etc.

Atualmente, a Musicoterapia tem sido utilizada em diversos campos distintos, como na reabilitação motora, no tratamento de problemas psicológicos, e até mesmo como prevenção de enfermidades, promovendo, acima de tudo, saúde. A Musicoterapia pode e deve ser associada a outras práticas clínicas para que obtenha melhores resultados e possa contribuir de maneira mais eficaz com os planos de tratamentos propostos. (PONTUAL, 2014, p. 33)
O profissional Musicoterapeuta atua com o CBO (Código Brasileiro de Ocupações) número 2263-05, como subárea de “Profissionais das terapias criativas, equoterápicas e naturológicas”, como consta no Portal do Trabalho e Emprego, do Governo Federal (2015). É reconhecido o profissional com graduação em Musicoterapia e os portadores de especialização na referida área.
O conceito de Musicoterapia variou durante anos. A última convenção da Word Federation of Music Therapy assim a descreve:

A utilização da música e/ou de seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um Musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas.
A Musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (WORLD FEDERATION OF MUSIC THERAPY, 1996, apud CHAGAS et PEDRO, 2008, p. 39)


Enquanto campo de atuação, a Musicoterapia ainda busca seu espaço e reconhecimento, muito embora tenha crescido consideravelmente nos últimos anos, muito em virtude das políticas de humanização da saúde.
A Musicoterapia ainda compete com a desinformação, que leva muitas instituições a contratarem músicos sem formação específica para atuarem no campo terapêutico. A luta do profissional Musicoterapeuta se dá pelo reconhecimento da área com bases nos estudos científicos que comprovam a eficácia da utilização da música na promoção da saúde, aliada ao plano de tratamento proposto pelo profissional, que difere em sua base do plano da educação musical.

Casa da Musika oferece atendimentos em musicoterapia para diversas áreas. Em 2018, a instituição inicia também uma parceria com a ONG Mães Guerreiras da Cidade de Paulista, realizando atendimentos a crianças autistas que não tem como pagar este tipo de terapia.





REFERÊNCIAS:

BENENZON, Rolando O. Manual de Musicoterapia. Tradução de Clementina Nastari. Rio de Janeiro: Enelivros, 1985.

CHAGAS, Marly; PEDRO, Rosa. Musicoterapia: Desafios entre a modernidade e a contemporaneidade - Como sofrem os híbridos e como se divertem. Rio de Janeiro: Mauad X-Bapera, 2008.

CUNHA, Rosemyriam. Musicoterapia na Abordagem ao Portador de Doença de Alzheimer. 2009. Disponível em www.fap.pr.gov.br_arquivos_File_RevistaCientifica2_rosemyriamcunha Acesso em 07 de março de 2012.


PONTUAL, Amanda Viana. Musicoterapia como Terapia Complementar ao Tratamento das Perdas Neurodegenerativas da Memória da Doença de Alzheimer. Monografia de conclusão do Curso de Especialização em Musicoterapia da FACHO. 2014

Portal do Trabalho e Emprego. Disponível em http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf Acesso em 12 de setembro de 2015.

RUUD, Even. Caminhos da Musicoterapia. Tradução Vera Wrobel. São Paulo: Summus, 1990.